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Conversas à Mesa

BACK IN THE USA

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Em boa hora saí de casa para uma viagem que já não fazia desde a Covid. Depois do susto que apanhei para regressar da Austrália faz em Março dois anos, andava a protelar esta viagem até que uma segunda feira tomei a decisão de tratar de tudo para partir no domingo seguinte. E assim foi. ESTA tratado (um formulário obrigatório para entrar nos EUA onde nos perguntam tudo e mais alguma coisa), bilhetes comprados para Houston, Texas, com escala em Nova Iorque, teste Covid marcado para 24 horas antes. Apresentei-me no aeroporto com duas horas e meia de antecedência e foi tudo pacífico. Em Nova Iorque, tive uma escala de cerca de 5 horas, que até foi divertida porque a minha atitude em relação às viagens tinha mudado. Mesmo a horinha que passei a andar à roda naquelas filas inetrmináveis para a segurança, com o vixinho de trás tão perto do meu pescoço que lhe sentia o hálito, foi divertida porque dá para ver as mesmas pessoas várias vezes quando nos vamos cruzando uma e outra e outra vez. Pessoas que não estou habituada a ver, de todos os cantos do mundo. quando entrei no avião para Houston eram quase 3 da manhã de Lisboa e estava tão cansada que nem me importei com mais duas horas de atraso devidas ao deicing das asas do avião porque lá fora nevava muito e estava um frio de cão. Avião quase vazio, com lugar para esticar as pernas e tudo. 

Aqui por Houston está um frio pouco habitual, com temperaturas de 3 graus de manhã e até tempestades tropicais com raios e coriscos. Frio para andar na rua, mas por aqui ninguém anda a pé. Nem sequer há passeios. nã estou mesmo em Houston, mas numa localidade a norte da cidade, a quarta maior dos EUA, em casa de uma amiga de infância, o que torna a estadia completamente diferente. Ontem fiz eu o jantar da família: carne de porco com amêijoas. As amêijoas não têm nada a ver com as nossas, são enormes com conchas muito grossas e demoram muito mais tempo a abrir. Mas a coisa resultou, até havia coentros frescos ja picados em caixinhas de plástico. Adoraram. De Portugal tinha levado pastéis de nata   sempre muito apreciados apesar de terem origem no aeroporto e idade indiscriminada. 

O primeiro brunch, a servir como o próprio nome indica de pequeno-almoo e almoço, foi no IHOP, A International House of Pancakes, onde gosto de ir tanto pelas óptimas e fofas panquecas (buttermilk) como também para apreciar os meus colegas de refeição, sempre com os mais variados e exóticos aspectos. Desta vez, havia até um prato de quantidade reduzida para os mais de 55 anos. achei o máximo porque uma panqueca, um ovo estrelado, uma salsicha e um pedaço de bacon são mais do que suficientes. O café do IHOP é óptimo e fica tudo em menos de 7 euros. Outra indicação simpática é a do total das calorias do prato. Hoje ficamos por aqui. Amanhã conto-vos o jantar que vou fazer num restaurante mexicano verdadeiro, nada de tex mex. Até lá.

 

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